Um operário teve o pescoço perfurado por um vergalhão na tarde desta quarta-feira (12) ao cair da laje de uma obra em Copacabana, zona sul. É o segundo acidente do tipo em menos de um mês.
Francisco Bento Barroso, de 47 anos, trabalhava numa obra na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, por volta das 13h, quando caiu sobre a barra de ferro, que atravessou seu pescoço. Ele teria ficado pendurado pelo vergalhão entre dois muros, sendo socorrido por colegas. Francisco chegou ao Hospital Miguel Couto, na Gávea, conversando com os bombeiros.
- Ele tentou retirar a barra, mas foi contido, gemendo de dor. Perguntavam coisas para ele, mas ele ficava calado. Quando os bombeiros chegaram, ele respondeu o nome dele e onde morava — contou a soldado da UPP dos Tabajaras Caroline dos Santos.
A cirurgia para remoção do vergalhão durou cerca de 5h e foi comandada pelo cirurgião geral Alexandre Edson de Azevedo. Exames mostraram que nenhuma vértebra foi lesionada e a medula está intacta. Segundo a Secretaria municipal de Saúde, o paciente está na Unidade Intermediária do hospital sob observação, por ainda haver risco de infecção. Mas foi descartada a possibilidade de sequela.
A Secretaria de Saúde informou que o operário passou por cirurgia de aproximadamente três horas e está numa unidade intermediária. Aparentemente, Barroso não terá sequelas. A recomendação, porém, é permanecer em observação por causa do risco de infecção.
Em 15 de agosto, outro operário teve o crânio perfurado por um vergalhão numa obra em Botafogo, zona sul. Eduardo Leite, 24, passou por cirurgia e ficou duas semanas internado no mesmo hospital que Barroso.
Leite deixou a unidade quase sem cicatrizes e aparentemente sem sequelas, mas continuará em acompanhamento ambulatorial por alguns meses.
Francisco Bento Barroso, de 47 anos, trabalhava numa obra na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, por volta das 13h, quando caiu sobre a barra de ferro, que atravessou seu pescoço. Ele teria ficado pendurado pelo vergalhão entre dois muros, sendo socorrido por colegas. Francisco chegou ao Hospital Miguel Couto, na Gávea, conversando com os bombeiros.
- Ele tentou retirar a barra, mas foi contido, gemendo de dor. Perguntavam coisas para ele, mas ele ficava calado. Quando os bombeiros chegaram, ele respondeu o nome dele e onde morava — contou a soldado da UPP dos Tabajaras Caroline dos Santos.
A cirurgia para remoção do vergalhão durou cerca de 5h e foi comandada pelo cirurgião geral Alexandre Edson de Azevedo. Exames mostraram que nenhuma vértebra foi lesionada e a medula está intacta. Segundo a Secretaria municipal de Saúde, o paciente está na Unidade Intermediária do hospital sob observação, por ainda haver risco de infecção. Mas foi descartada a possibilidade de sequela.
A Secretaria de Saúde informou que o operário passou por cirurgia de aproximadamente três horas e está numa unidade intermediária. Aparentemente, Barroso não terá sequelas. A recomendação, porém, é permanecer em observação por causa do risco de infecção.
Em 15 de agosto, outro operário teve o crânio perfurado por um vergalhão numa obra em Botafogo, zona sul. Eduardo Leite, 24, passou por cirurgia e ficou duas semanas internado no mesmo hospital que Barroso.
Leite deixou a unidade quase sem cicatrizes e aparentemente sem sequelas, mas continuará em acompanhamento ambulatorial por alguns meses.
(DAMARIS GIULIANA)



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