
O incidente aconteceu quando o rapaz limpava o equipamento de pesca submarina. Ele chegou ao hospital lúcido, depois de dez horas com o arpão cravado na cabeça. Submetido a uma cirurgia de emergência para a retirada do arpão, ele passou por outra operação na terça-feira para tentar salvar o olho esquerdo. Segundo os médicos, ele perdeu a visão ali.
“A situação é toda incomum: por ser um artefato de pesca submarina numa cidade que não tem praia; o acidente no dia anterior à vinda para o hospital e o fato do objeto passar por zonas menos nobres, mas não neutras”, explicou ao G1 o chefe da neurocirurgia do hospital, Orlando Maia.
O arpão tinha cerca de 30 centímetros, entrou pelo olho, passou pelo crânio e alojou na parte superior do cérebro, tendo percorrido 15 centímetros na cabeça de Bruno, que passa bem.
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